Precisamos falar sobre Quantum Break!

A nova IP da Remedy, famosa por seu tão aclamado Alan Wake, nos traz uma nova aventura eletrizante  (isso foi tão Tela Quente), com direito a viagens no tempo, paradoxos e os carai a 4!


O jogo que saiu no dia 5 de Abril de 2016, para Xbox One e Windows 10, traz consigo uma responsabilidade grandiosa, que é justamente segurar a reputação que Alan Wake deixou, com uma narrativa digna de “Donnie Darko“, personagens carismáticos e uma boa jogabilidade. O ponto alto de toda a obra, é a integração de uma série em live-action, com atores renomados como: Shawn Ashmore , Dominic Monaghan , Aidan Gillen (conhecido por seus trabalhos em Game of Thrones), Lance Reddick e muito mais, e as tomadas de decisão que lhe é oferecido, isso aguça a curiosidade e proporciona um certo fator replay. A série em live-action, é carregada via streaming (ao menos na versão PC), isso pode causar um certo desconforto caso você esteja com uma conexão ruim, e se estiver jogando offline, você não poderá assistir simples assim, os episódios contam com em média 30 minutos de duração e mostram em sua grande parte do tempo, as consequências de suas escolhas.

No quesito gráfico, temos a mais alta das tecnologias, contamos com o DirectX 12, com suas “features”  , o jogo saiu com alguns bugs, que poucas semanas depois foram corrigidas (tive que esperar esse tempo para voltar a jogar). Os requisitos da versão PC são bem exigentes te exigindo:

Minimo Recomendado
Sistema Operacional Windows 10 (64-bit) Windows 10 (64-bit) Windows 10 (64-bit)
DirectX DirectX 12 DirectX 12 DirectX 12
CPU Intel Core i5-4460, 2.70GHz or AMD FX-6300 Intel Core i5 4690, 3.9GHz or AMD equivalent Intel Core i7 4790, 4GHz or AMD equivalent
GPU NVIDIA GeForce GTX 760 or AMD Radeon R7 260x NVIDIA GeForce GTX 970 or AMD Radeon R9 390 NVIDIA GeForce GTX 980 Ti or AMD Radeon R9 Fury X
VRAM 2 GB 4 GB 6 GB
RAM 8 GB 16 GB 16 GB

O enredo se desenrola nos arredores de uma universidade nos Estados Unidos, a Riverport, onde “alguns” cientistas faziam testes sobre a viagem no tempo, o que acaba não dando muito certo, com esse ocorrido, dois dos personagens foram afetados, Jack Joyce e Paul Serene, ganhando com isso a habilidade de manipular o tempo. Paul Serene, nosso “vilão”, consegue ver o futuro e decidir as escolhas no presente, nos momentos que são intitulados “Bifurcações” você o controla para fazer tais coisas, e Joyce pode parar o tempo, no meio disso existe muita treta mas não vou contar (MUAAHAHA) 

Whatttt???

A jogabilidade eu diria que é um ponto que “quebra” o jogo, ao menos pra mim foi difícil me adaptar aos comandos e o sistema de mira que é muito “qualquer coisa”, me parece que foi um jogo feito só para andar e assistir as live-actions, não que essa parte acabe com a experiencia, mas é algo bem estranho de se adaptar.

Ao fim disso, eu diria que Quantum Break, é um exemplo do que ainda iremos ver de evolução tanto gráfica como em narrativa, temos aqui uma história fantasticamente montada, com suas alternâncias e consequências, contamos com personagens marcantes e cenários magnificamente representados, com absoluta certeza é uma boa escolha para quem está na sede por jogos com uma história “blow minding”.

8,5/10

O jogo conta com dublagens em Português Brasil, isso mostra como o país é “valorizado” pela industria, e está disponível na Windows Store por 199$.

 

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